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Mensagens das Estrelas
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Vim,
somente
para lembrar
que estou aqui.
É fácil me encontrar,
basta silenciosamente
me chamar.
Viajo no tempo,
não tenho hora nem lugar...
Estou em todos os lugares
que quiseres comigo estar...
Precisas somente
no teu pensamento
me acomodar.
Ouvi a tua voz e cheguei!
Trago nas mãos
mensageiros do vento,
com a música das estrelas.
Os anjos dizem
que deves escutá-las,
são presentes
que ofertam a ti.
Disseram-me
que muito te gostam,
e que sempre estamos juntos...
Trouxe também
poeiras estrelares,
fragmentos mágicos
que tem o brilho do amor,
e a luz infinita
de mágicas estrelas.
Estrelas azuis são feiticeiras...
faíscam de amor
em seu cintilar...
Trouxe tudo comigo
para te entregar!
Sigo agora nas asas do vento,
mas se quiseres
contigo ficarei,
Sempre...
Autor desconhecido
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Você é especial para Deus!
quinta-feira, 23 de julho de 2015
A participação do Senhor no casamento é uma coisa sagrada. Foi Ele quem fez essa aliança com você homem e com você mulher, para que Ele continuasse criando através de vocês.
Entre milhões de espermatozóides, apenas um é fecundado. Nós somos escolhidos especialmente por Deus. Você é único. Aquela sua filha é única, por mais decepção que ela tenha dado a você ou à sociedade. Deus a quis. O mesmo vale para todos.
Não existiu e não existirá ninguém igual a você. Você é único. O Senhor se lembra sempre da aliança que fez com você. E quando alguém é adúltero, em primeiro lugar, está sendo infiel a Deus. O mesmo vale para os outros pecados. Pense nisso. É tempo de mudança. É tempo de graça! É tempo de voltar para Deus e de buscar as coisas do alto.
Vem, Senhor Jesus!
Monsenhor Jonas Abib
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Eu Vou Ser Feliz
domingo, 31 de maio de 2015
De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi:
Eu hoje vou ser Feliz!
Vou lembrar de agradecer ao sol, pelo seu calor e luminosidade,
Sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar. Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores, e a suavidade da brisa da tarde. Vou sorrir mais, sempre que puder.
Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros,
vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças,
vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais,
Vou viver todos os minutos proveitosamente,
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos,
Nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter,
Mas em como posso ser feliz com o que possuo,
E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção,
Vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca,
Apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem,
Vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram
Para que saibam que serão sempre uma doce lembrança,
até que venhamos a nos encontrar outra vez.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém,
Especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.
E quando a noite chegar, vou olhar para o céu, para as estrelas e para o luar e Agradecer aos Anjos e a Deus, porque
Hoje Eu fui Feliz!
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Oro por ti!
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Com a testa na parede fria, me vejo decretando:
Que a tua mente conheça a paz e a vitória sobre todos os desejos e sonhos.
Que o teu corpo se recupere e prolongue a saúde, a cura e o vigor.
Que o teu sono seja reparador.
Que sejas organizado mentalmente e nas coisas práticas.
Que o teu coração conheça um profundo, muito profundo Amor.
Que a tua fé seja respeitada, pois sei o quanto prezas a tua crença. Então, que todas as tuas crenças sejam coerentes com o amor, a bondade e a compaixão, de modo que nunca critiques ou desprezes o irmão por conta da crença dele ou do seu livre direito ao ateísmo.
Eu oro por ti, porque te amo. E peço fervorosamente que não te abatas por picuinhas, falatórios e perseguições.
Oro a fim de que possas lançar fora as limitações e respeitar os limites da boa convivência.
Que tenhas inteligência para lidar com os desafios e possas conseguir o conforto relativo as tuas necessidades.
Oro por ti, porque eu te amo, onde quer que estejas.
Que o Divino Amor perfume a tua vida e te defenda de todos os males.
Que assim seja, com Deus, amém.
Desconheço o autor
Fontes:
http://www.a12.com/imagem
http://guerreiradaluz-metamorfosedalma.blogspot.com.br/texto
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Milho de pipoca
sábado, 21 de março de 2015
“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.”
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
Extraído do livro “O amor que acende a lua”, de Rubem Alves.
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Conhecer DEUS é sentir o amor!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Quanta ilusão há neste nosso mundo! Quanta falta de lucidez!
Jesus nos ensinou o caminho, mas nós continuamos trilhando os nossos próprios caminhos.
Ele nos ensinou sobre a verdade, mas nós continuamos insistindo em nossas verdades.
Ele nos disse o que significa a vida, mas nós continuamos com as nossas filosofias, continuamos com as nossas teorias sobre o viver.
Sim, há tanta ilusão aqui neste nosso mundo!Seguimos o nosso coração e não aos mandamentos de Deus. Damos ouvidos a nós mesmos e não escutamos a voz do Altíssimo.
Escrevemos tanto sobre tantas coisas e esquecemos de tudo aquilo que o evangelho nos ensina e nos apresenta como essencial.
Complicamos tanto a nossa vida e esquecemos tudo o que Jesus, o Filho de Deus, com tanta maestria nos ensinou.
Enquanto amontoamos, Jesus se esvaziou. Enquanto valorizamos demasiadamente o que passa, Jesus nos ensinou a valorizar o que não passa. Enquanto perdemos a saúde procurando adquirir e adquirir, Jesus nos disse:"olhem as aves do céu". Enquanto negamos os valores e traímos a nossa consciência adquirindo de forma incorreta os bens do mundo, Jesus, sendo Deus, fez-se pobre.
Ele nos falou sobre tudo o que é importante, mas nós insistimos em complicar, em teorizar.
Ele já nos disse:"eu sou o caminho, a verdade e a vida". O que mais precisamos saber?
No evangelho de hoje, o Senhor nos diz tudo sobre a nossa vida aqui neste mundo: "de que adianta a um homem ganhar o mundo inteiro se se perde e se destrói a si mesmo?"
E o que estamos vendo? E o que escutamos a todo instante?
Não é verdade que nos matamos, que nos ferimos, que destruímos as nossas famílias, que negamos os valores que orientaram tantas gerações unicamente porque almejamos crescer, aparecer, amontoar?
A verdade é que tudo neste mundo passa. A verdade é que um dia teremos que nos apresentar a Deus e prestaremos conta de tudo o que fizemos. Sim, um dia, graças a Deus, a vida finita chegará ao fim e se abrirá a eternidade diante de nós.
O que levaremos? Nada! O que restará? Nada! O que conta para a eternidade? Somente o amor! O amor permanecerá e será sobre ele o nosso julgamento.
Tenhamos cuidado com as ilusões deste nosso mundo.
Não coloquemos o coração no que é efêmero. Devemos viver como Jesus nos ensinou. Devemos lutar para conquistar, mas sem nos prendermos a nada, sem praticarmos injustiças, sem negarmos os nossos valores.
O Senhor nos diz:"se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me".
O que mais precisamos saber? Precisamos ainda teorizar sobre a vida? O evangelho não está claro?
Eu entendo que a minha vida não tem sentido se a gasto fora da vontade de Deus, se não honro a Deus, se não O amo com todo o meu coração.
Pensemos! Cuidado com as ilusões!
Que Deus nos abençoe e nos ilumine!
Evangelho do dia comentado por Frei Dennys( Lucas 9,22-25)
Ele nos ensinou sobre a verdade, mas nós continuamos insistindo em nossas verdades.
Ele nos disse o que significa a vida, mas nós continuamos com as nossas filosofias, continuamos com as nossas teorias sobre o viver.
Sim, há tanta ilusão aqui neste nosso mundo!Seguimos o nosso coração e não aos mandamentos de Deus. Damos ouvidos a nós mesmos e não escutamos a voz do Altíssimo.
Escrevemos tanto sobre tantas coisas e esquecemos de tudo aquilo que o evangelho nos ensina e nos apresenta como essencial.
Complicamos tanto a nossa vida e esquecemos tudo o que Jesus, o Filho de Deus, com tanta maestria nos ensinou.
Enquanto amontoamos, Jesus se esvaziou. Enquanto valorizamos demasiadamente o que passa, Jesus nos ensinou a valorizar o que não passa. Enquanto perdemos a saúde procurando adquirir e adquirir, Jesus nos disse:"olhem as aves do céu". Enquanto negamos os valores e traímos a nossa consciência adquirindo de forma incorreta os bens do mundo, Jesus, sendo Deus, fez-se pobre.
Ele nos falou sobre tudo o que é importante, mas nós insistimos em complicar, em teorizar.
Ele já nos disse:"eu sou o caminho, a verdade e a vida". O que mais precisamos saber?
No evangelho de hoje, o Senhor nos diz tudo sobre a nossa vida aqui neste mundo: "de que adianta a um homem ganhar o mundo inteiro se se perde e se destrói a si mesmo?"
E o que estamos vendo? E o que escutamos a todo instante?
Não é verdade que nos matamos, que nos ferimos, que destruímos as nossas famílias, que negamos os valores que orientaram tantas gerações unicamente porque almejamos crescer, aparecer, amontoar?
A verdade é que tudo neste mundo passa. A verdade é que um dia teremos que nos apresentar a Deus e prestaremos conta de tudo o que fizemos. Sim, um dia, graças a Deus, a vida finita chegará ao fim e se abrirá a eternidade diante de nós.
O que levaremos? Nada! O que restará? Nada! O que conta para a eternidade? Somente o amor! O amor permanecerá e será sobre ele o nosso julgamento.
Tenhamos cuidado com as ilusões deste nosso mundo.
Não coloquemos o coração no que é efêmero. Devemos viver como Jesus nos ensinou. Devemos lutar para conquistar, mas sem nos prendermos a nada, sem praticarmos injustiças, sem negarmos os nossos valores.
O Senhor nos diz:"se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz cada dia e siga-me".
O que mais precisamos saber? Precisamos ainda teorizar sobre a vida? O evangelho não está claro?
Eu entendo que a minha vida não tem sentido se a gasto fora da vontade de Deus, se não honro a Deus, se não O amo com todo o meu coração.
Pensemos! Cuidado com as ilusões!
Que Deus nos abençoe e nos ilumine!
Evangelho do dia comentado por Frei Dennys( Lucas 9,22-25)
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Textos Religiosos
Agir Por Amor
sábado, 31 de janeiro de 2015
Certo dia, apareceu por ali um jornalista que fazia uma matéria sobre as guerras e os seus estragos. Foi ao acampamento e acompanhou o trabalho de irmã Lurdes durante um dia inteiro. À noite, já esgotado pelo cansaço, calor e, principalmente por ver tanto sofrimento e dor, o jornalista disse à missionária:
- Irmã, eu não faria o trabalho que a senhora faz nem que me dessem todo o dinheiro do mundo.
A irmã olhou para ele com ternura e respondeu:
- Eu também não. Não faria isso por dinheiro nenhum. Faço este trabalho por amor a Deus e a todos estes que sofrem.
Para refletir
Por amor, somos capazes de fazer as coisas mais difíceis do mundo como se fossem as mais fáceis. Por amor, somos capazes de realizar os maiores sacrifícios e superar todas as dificuldades. O amor nos modifica, nos humaniza e nos embeleza.
O amor nos dá força, nos anima, nos motiva, nos impulsiona a grandes feitos. Quando amamos a Deus e o nosso próximo verdadeiramente, somos capazes de nos doar a eles e assisti-los em todas as suas necessidades.
Pelo amor nos tornamos melhores e mais dignos. O amor transforma o ser humano. Invista no amor. O amor não custa nada, mas tem valor inestimável.
Até onde eu iria em nome do amor? Seria capaz de realizar grandes obras por amor a Deus e ao próximo? Que tipo de obras? O que já fiz motivado pelo amor gratuito? Olhando para a minha vida hoje, como vejo a influência do amor nas minhas atitudes? O que poderia fazer para permitir uma ação maior do amor na minha vida? Como as pessoas que convivem comigo poderiam ajudar?
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terça-feira, 27 de janeiro de 2015
De hoje em diante todos os dias ao acordar, direi:
Eu hoje vou ser Feliz!
Vou lembrar de agradecer ao sol, pelo seu calor e luminosidade,
Sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar. Lembrarei de sentir a beleza das árvores, das flores, e a suavidade da brisa da tarde. Vou sorrir mais, sempre que puder.
Vou cultivar mais amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros,
vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças,
vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente que um minuto passado, não volta mais,
Vou viver todos os minutos proveitosamente,
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos,
Nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter,
Mas em como posso ser feliz com o que possuo,
E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou lembrar de ler uma poesia e de ouvir uma canção,
Vou dedicá-las a alguém.
Vou fazer alguma coisa para alguém, sem esperar nada em troca,
Apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou lembrar que existe alguém que me quer bem,
Vou dedicar uns minutos de pensamento para os que já se foram
Para que saibam que serão sempre uma doce lembrança,
até que venhamos a nos encontrar outra vez.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém,
Especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.
E quando a noite chegar, vou olhar para o céu, para as estrelas e para o luar e Agradecer aos Anjos e a Deus, porque
Hoje Eu fui Feliz!
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Não desista de andar...
Existem barreiras.
Não desista de passar...
Existem os nós.
É preciso desatar...
Existe o desânimo.
É a pior coisa que há...
A estrada é longa.
Não desista de chegar...
Existe o cansaço.
É preciso caminhar...
Existe a derrota.
Você nasceu para ganhar...
Existe o desamor.
É fundamental amar..."
Tenha coragem e jamais desista ou tenha medo de ser feliz!
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10 Passos Para Ser Feliz
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
2 - Planeje o futuro: a vida só tem sentido quando definimos metas positivas, sejam elas emagrecer, parar de fumar, conquistar uma promoção no trabalho ou comprar uma casa!
3 - Desenvolva outras habilidades: velhos hábitos não mudam de uma hora para outra. Mas com disciplina e perseverança, você pode transformar a sua vida e obter o sucesso.
4 - Defina seus valores: seja verdadeiro com você. O que pesa mais: a sua carreira ou a sua vida amorosa? Reflita sobre estes e outros aspectos da sua vida, e caminhe rumo ao equilíbrio.
5 - Identifique as prioridades: aquilo que é urgente, nem sempre é importante e vice-versa. Ajuda a manter o seu foco afinado com seus objetivos.
6 - Aprenda a perdoar: ao perdoar, você purifica a alma, tornando-a mais leve, afinal, abrindo mão de sentimentos negativos, como a raiva, o ódio, o desprezo, e permitindo que a sua energia flua positivamente, trazendo mais alegria e bem-estar!
7 - Reorganize o seu tempo: o resultado será um dia a dia menos estressante e mais produtivo.
8 - Seja realista: não se proponha a fazer o que, lá no fundo, já sabe que não irá conseguir. Dê um passo de cada vez. Acumular várias pequenas vitórias ao longo do processo aumenta a auto-estima, a autoconfiança e mantém a motivação necessária para continuar a jornada.
9 - Não desperdice sua energia vital: conserve a saúde e o bem-estar, mantenha a auto-estima positiva. Assim, quando as páginas da agenda anunciarem que o fim do ano está próximo, você não se sentirá em débito consigo mesmo. Pelo contrário, estará mais confiante e pleno de sua capacidade, impedindo que o estresse e a ansiedade dominem a sua vida.
10 - Agradeça!: a qualquer momento, por qualquer coisa. Ao agradecer, relaxamos, dormimos melhor ficamos livres das tensões.
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Não estrague o seu dia
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por cada indivíduo.
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo, porque está assim, etc.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. Distribuem gestos bruscos, falam com irritação, respondem com azedume, culpam os outros por tudo de errado que acontece.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. Não paramos um pouco para meditar sobre a situação em que nos encontramos, nem para mudar o curso dos acontecimentos.
De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Passados esses momentos amargos, fica uma desagradável sensação de mal-estar, de indisposição, de sentimentos feridos, de relacionamento comprometido.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento a Deus, rogando forças e discernimento para não se deixar levar por circunstâncias desagradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
Por essa razão, nunca valerá a pena estragar o seu dia.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem.
http://www.momento.com.br/Texto
www.hariom.com.br/Imagem
Fotografias do Coração
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
É bastante comum os pais, em especial quando se trata de crianças pequenas, estarem sempre fotografando e filmando as peripécias dos seus filhos.
Vale para registro. Os primeiros passos, as primeiras palavras, o primeiro sorriso. O primeiro dia na escolinha. A apresentação de dança no dia dos pais. A peça teatral no dia das mães.
Mas as crianças crescem. E os pais continuam tudo fotografando e filmando. A formatura. A vitória no vestibular. O casamento. E, depois, recomeça tudo com a chegada dos netos.
Várias vezes, quando eles recordam alguns momentos muito especiais, lamentam: Que pena eu não ter fotografado naquela hora.
E é assim mesmo. Existem alguns momentos muito especiais, não esperados, em que não se está munido de equipamento para o registro.
São momentos quase mágicos, que não se tornam a reprisar. São únicos. E são exatamente esses que os pais, à medida que envelhecem, vão guardando mais e mais na memória.
Guardam-nos para lembrar no dia em que o filho deixa o lar, para começar a sua própria vida. Quando ele viaja e fica algumas semanas fora.
Quando ele se casa, quando muda de cidade, quando realiza a grande viagem para o Além.
Esses momentos são fotografados de uma forma muito especial. Uma forma que uma mãe definiu muito bem, ao narrar a sua experiência pessoal:
Foi um momento extraordinário no final de um dia comum. Eu estava atravessando o corredor de minha casa quando me deparei com a cena mais encantadora que já tinha visto: meu filho de três anos escovando os dentes.
A cena não era encantadora por ele estar escovando os dentes. Era pelo jeitinho dele. Mesmo com a ajuda de um banquinho, ele ainda precisava ficar na ponta dos pés para conseguir enxergar-se no espelho.
Ele esticava tanto o corpo que os pequenos músculos de sua perna se destacavam. Ele parecia tão pequenino, tão inocente!
Parei no lugar em que estava. Olhando para ele, eu me dei conta de que um dia aquele precioso garotinho seria maior do que eu. Poderia até levantar-me do chão!
Permaneci ali, sem me mexer, apreciando aquele momento maravilhoso, tentando gravar na memória a cena de meu filho na ponta dos pés.
Pensei em pegar a câmera fotográfica para registrar o momento para sempre. Mas não consegui me afastar dali.
Fiz o que outras mães têm feito ao longo dos séculos. Tirei uma fotografia com o coração.
* * *
Aprenda a fotografar com o coração. Serão exatamente os momentos especiais, inesperados, que você guardará na arca do tesouro das suas memórias.
Serão essas lembranças que alimentarão, um dia, a sua saudade e alegrarão os seus dias, na velhice.
Não tema perder seu tempo! Mesmo que seus pés o conduzam para distante de seus amores, ou por algum motivo, você não tenha fotos para ver, filmes para recordar, na sua intimidade, você poderá passar e repassar, quantas vezes quiser, as cenas que fizeram a sua felicidade, em certo momento.
Pense nisso! E fotografe tudo, com o coração
Fontes:
http://www.momento.com.br/Texto.
A exata conjugação do verbo...
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Eles permaneceram casados por sessenta e dois anos. Um casamento complicado.
Ele era alcoólatra. Gostava de cantar e sempre tinha uma brincadeira, na ponta da língua, que divertia os amigos e conhecidos.
Era uma pessoa maravilhosa para todos, menos para a esposa. Batia nela, até a filha de oito anos começar a se impor e impedir as agressões.
Um dia, ele vendeu a casa onde moravam. Sumiu por uns tempos e, quando retornou, sem nenhum centavo, avisou que a casa deveria ser desocupada em vinte e quatro horas porque o novo proprietário viria tomar posse.
A esposa passou frio porque quase não tinha agasalho. Passou fome pois deixava de comer para que os filhos se alimentassem.
Sofreu traições porque ele, homem bonito, se permitia aventuras. Ameaçava-a de morte e dormia com um punhal embaixo do travesseiro.
Com tanto sofrimento, natural que, no transcorrer dos anos, o tempo a abraçasse com alguns problemas como insônia e depressão.
Os que a conheciam a amavam porque ela ria, brincava, semeando ao seu redor a alegria, que ela mesma não podia fruir.
Portadora de uma grande fé, espalhava o bem para as pessoas, fossem crianças ou adultos.
Perante os doentes, ela ia passando a mão, com delicadeza, na cabeça, nas mãos, enquanto orava com fervor.
Logo, eles afirmavam se sentir bem.
Certa feita, indo a uma consulta e narrando seu drama conjugal, a médica indagou:
Qual seu sentimento para com seu marido? A senhora o ama?
A filha, que a acompanhava, teve certeza de que ela responderia negativamente. A resposta que veio, depois de pensar uns segundos, foi surpreendente:
Como homem, não o amo. Como filho necessitado, sim!
A filha chegou às lágrimas ao reconhecer, uma vez mais, a grandeza daquela mulher.
Certo dia, aquele homem que gozara de tantos prazeres, teve um acidente vascular cerebral e foi hospitalizado. Os filhos se revezaram à sua cabeceira, no seu atendimento.
Mas a senhora também foi ao hospital. Ele estava entubado, incomunicável. Somente os aparelhos bipando, de forma regular, atestavam a sua estabilidade orgânica.
Ela chegou e tomou a mão dele entre as suas. E começou a falar.
Os aparelhos, de imediato, registraram a alteração dos batimentos cardíacos, que dispararam para mais de cem por minuto, a respiração acelerou.
Tudo isso dizia da consciência da presença dela ali. Ela falou das suas limitações como esposa, das suas dificuldades.
E lhe pediu perdão por tudo e de tudo. Depois, disse que ele poderia partir em paz porque ela o perdoava.
Interessante que ela não enumerou nenhuma das deficiências dele. Ao contrário, falou somente das próprias dificuldades.
Naturalmente não enalteceu virtudes que ele não possuía, mas de nada o acusou.
Depois, o convidou a orar com ela. Quando concluiu suas longas preces, deu-lhe um beijo na testa e desejou que ele ficasse com Deus.
Ela saiu. Poucas horas depois, ele partiu.
* * *
Pessoas assim existem muitas, neste imenso mundo de Deus. Anônimas.
Deixam lições inesquecíveis aos filhos, aos familiares, aos amigos, a quem goza a ventura de sua convivência.
Pessoas assim sabem, com certeza absoluta, a exata conjugação do verbo amar.
Fontes:
http://www.momento.com.br/Texto
Lápis, vida, verso e prosa....
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
O menino acordou cedo. Estava feliz. Eram suas férias escolares e, por isso, ele estava passando uma temporada com sua avó.
Ouviu um ruído que vinha da sala. Em disparada, dirigiu-se para lá, confiante de que encontraria a avó.
Ela estava sentada à mesa. Uma música leve e reconfortante ao fundo, uma xícara de café esfumaçante à sua frente e, em suas mãos, lápis e papel. Atenta, escrevia.
Vovó, você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? É uma história sobre mim?Questionou o curioso menino.
Estou escrevendo sobre você, é verdade. Respondeu, sorrindo, a avó. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou utilizando.
O lápis, vovó? Mas por quê?
Porque eu gostaria que você fosse como ele quando crescesse.
O menino olhou demoradamente para o lápis, como que buscando uma característica especial que o diferenciasse dos outros tantos que ele já havia visto.
Mas ele é igual a todos os lápis que já vi em minha vida!
Tudo depende do modo como você olha para as coisas, respondeu a avó, tomando-o ao colo. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir perceber, imitar e manter ao longo de sua vida, será sempre uma pessoa feliz e em paz.
Quais são essas qualidades, vovó?
Assim como o lápis, você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer jamais que há sempre uma mão a lhe guiar os passos. Essa mão é Deus. É Ele quem nos conduz e guia, do esboço à arte final.
De vez em quando, o lápis precisa ser apontado. Isso faz com que ele sofra um pouco mas, ao final, está muito melhor do que antes. Assim, nós também precisamos saber suportar a dor, pois é ela quem nos molda e nos torna mais sábios.
O lápis permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que escrevemos errado. De igual forma devemos agir, humildemente, permitindo que nossos erros sejam corrigidos, a fim de nos mantermos retos no caminho da justiça.
A sábia senhora fez uma ligeira pausa para tomar um gole de café, quando o neto indagou: E quais são as duas últimas qualidades, vovó?
Deslizando seus dedos pelos cabelos do neto, a avó prosseguiu: O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas sim o grafite, que deve ser preciso. Isso nos diz que devemos valorizar nossa essência.
Finalmente, meu filho, o lápis sempre deixa uma marca. Da mesma forma, tudo o que fazemos na vida deixa traços. Portanto, devemos tomar consciência de cada escolha que fazemos em nossa jornada, pois, sem dúvidas, ela trará consequências e deixará marcas.
E, entregando o lápis nas mãos do neto, a avó concluiu: Seja como um lápis, meu filho, e você escreverá uma história de vida próspera e feliz.
* * *
Guiados pelas mãos Divinas, estamos constantemente a escrever nas páginas do livro da vida: família, fé, trabalho, caridade, humildade, paciência, resignação, amor... São palavras que não podem faltar em nossos versos e prosas.
A cada nova frase, mais nos autoconhecemos. Nas palavras do poeta Fernando Pessoa: Quando escrevo, visito-me solenemente.
Pensemos nisso!
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Finalidade do Existir
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Você já se perguntou qual o significado de tudo o que vem vivendo?
Já parou, em algum momento, se questionando a respeito do porquê de toda a correria, dos desafios, das dificuldades e compromissos que a vida impõe?
Muitos de nós estabelecemos metas a serem alcançadas nesta existência.
Para alguns, é o diploma universitário. Após significativo esforço, vem essa conquista. Então, sucedem-se novos desafios, cursos, pós-graduação, mestrado, doutorado, diversos aprendizados.
Para outros, a meta é angariar bens terrenos: o carro do ano, último modelo, um terreno, a moradia, casa para veraneio, apartamento à beira-mar.
Das conquistas de pequena monta, natural que se sucedam outras de valores mais significativos e desafiadores.
Para pais e mães, a criação e educação dos filhos é meta permanente, que se sucede nos anos, até que eles ganhem autonomia e estabeleçam seu próprio caminhar.
Essas metas e conquistas para a vida são importantes, significativas e mesmo imprescindíveis.
Porém, será esse, efetivamente, o verdadeiro significado da vida?
Alcançadas as metas intelectuais, obtidos os bens materiais, cumpridas as obrigações com a criação dos filhos, qual o objetivo da existência?
Em reflexão mais profunda, vamos perceber que todas essas metas que nos propomos, ou que nos sejam impostas pelas circunstâncias, não constituem o grande objetivo da vida.
São apenas os meios de que ela se utiliza para seu grande intento.
Porém, se não nos damos conta disso, teremos a falsa impressão de que a vida perde seu sentido e lógica.
Sem reflexões profundas a respeito do sentido da existência, somos envolvidos pelas obrigações, pelos compromissos, sem percebermos que são apenas instrumentos de crescimento.
O objetivo maior da vida não é conquistar diploma, adquirir bens, criar filhos, pagar impostos, cumprir as obrigações sociais.
Viver é muito mais do que os fenômenos fisiológicos que percebemos. Viver é o grande laboratório para nossa alma.
Restringir a vida a um punhado de anos entre o berço e o túmulo, é limitar a grandiosidade de almas imortais que somos a uma mortalidade que não nos pertence.
Assim, é necessário que reflitamos sobre a grandeza de nossa essência espiritual, com a convicção de que somos Espíritos imortais.
Ao compreendermos a essência espiritual que somos, saberemos adotar as medidas adequadas para resolver nossas dificuldades diante da vida.
O que era fim por si só, passa a ser o meio para alcançar o verdadeiro fim.
E passamos a compreender que a grande finalidade da vida é a construção da felicidade, através de nosso progresso e da melhora íntima.
Jesus, Mestre Incomparável nos propõe: Buscai primeiro o reino dos céus e sua justiça, e tudo mais vos será acrescentado.
E narra a parábola do homem rico que se dispõe ao gozo pleno, chamando-o louco, pois naquela mesma noite a morte lhe viria arrebatar a alma.
Que seria pois de suas riquezas?
A indagação nos cabe e nos serve. Pensemos nisso.
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Nossos Limites
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Quantas vezes nos pegamos a reclamar de alguém que nos tira do sério?
Quantos são os momentos em que nos queixamos de alguém que nos faz perder a paciência?
E não são tantos os momentos em que dizemos que certa pessoa tem a capacidade de nos fazer perder o sossego?
Debitamos incontáveis vezes a culpa no próximo de algo que acontece conosco.
Insistimos em responsabilizar o outro pelos nossos desalinhos.
Assim, nos eximimos de culpa, desde que, em nosso raciocínio, se a pessoa não tivesse assim agido, nós não nos perderíamos, manteríamos a compostura adequada.
Porém, nos esquecemos, nesses momentos, de que nossas ações e nossas emoções são essencialmente nossas.
Sendo assim, não deveríamos pensar em nós como simples vítimas da ação incomodativa de terceiros.
Vivendo em sociedade, nos relacionando com inúmeras pessoas, estamos sujeitos ao natural embate nas relações.
Algumas são mais educadas, gentis. Outras um tanto grosseiras, rudes ou irônicas. Afinal, cada um oferece aquilo que pode e que possui no seu mundo íntimo.
Se o comportamento do outro é escolha e responsabilidade dele, a mesma regra deve ser aplicada a nós.
Quem decide como agir ou reagir ao contato com nosso próximo, somos nós mesmos.
Portanto, se a impaciência com alguém nos domina é porque não dispomos de paciência suficiente para lidar com a situação.
Logo, não cabe utilizarmos a desculpa de que o culpado do nosso comportamento é o outro.
A dificuldade é apenas nossa. Somos os que ainda não cultivamos a virtude da paciência em nós.
O problema não é a pessoa, nem sua maneira de agir. Somos nós os que ainda não dispomos de equilíbrio suficiente para enfrentar determinadas situações ou eventual provocação.
De igual forma, se nos perturbamos com a atitude de alguém, ao ponto de nos tirar o sossego, o problema reside em nossa intimidade.
Está em nossa falta de tranquilidade para nos depararmos com certas situações.
Importante nos recordarmos de que, se colocamos a culpa no agente externo, nos eximimos de buscar solução.
Se nos iludimos pensando que o problema está no próximo e não em nós, nos colocamos no confortável papel de vítima, deixando de buscar a melhoria pessoal.
Portanto, não nos cabe dizer que perdemos a calma, o sossego ou a paciência devido a comportamento de quem quer que seja.
Melhor será refletirmos para entender que precisamos modificar nosso jeito de ser, nossa maneira de agir.
Conscientes dessa necessidade, o passo seguinte será o de trabalhar essas virtudes em nós.
Investir no cultivo da paciência.
Esforçarmo-nos para que a calma ganhe maior lastro em nosso mundo íntimo.
Exercitar a tranquilidade para que ela seja mais duradoura em nós.
E, por fim, quando essas virtudes se tornarem realidade em nossa intimidade, viveremos mais felizes, no mundo, compreendendo as fraquezas alheias, desculpando comportamentos grosseiros, relevando calúnias e agressões de qualquer ordem.
Pensemos nisso.
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A Paz Interior
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência.
O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo.
Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu no sábio e gritou-lhe todos os tipos de insultos.
Durante horas, fez de tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos quiseram saber como o mestre pudera suportar tanta indignidade. O mestre perguntou:
- Se alguém vem até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- Exatamente. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando eles não são aceitos, continuam pertencendo a quem os trazia consigo.
Sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...
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ícone O inestimável valor da família....
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
A cantora Celine Dion, décima quarta filha de uma família canadense, após o grande sucesso com a canção tema do filme Titanic, tomou algumas decisões.
A mais importante: ser mãe. Casada, desde 1994, com seu empresário, decidiu que era hora de ficar mais perto de casa. Há três anos seu marido recebera diagnóstico de câncer. Ela optou igualmente, por se dedicar a ele.
Foram dois anos de folga dos palcos, dos shows, da vida artística. Tornou-se mãe e, para não ficar distante do filho, optou por negociar um contrato que a mantivesse perto do lar.
Mudou-se para Las Vegas, saindo somente para os shows noturnos.
Disse ela: Meu filho é a prioridade. Todos os anos são importantes, mas os primeiros na vida da criança são fundamentais.
Não me importa que ele seja lixeiro, bombeiro, guitarrista, advogado, dentista, pai. Só quero que seja uma boa pessoa. Que seja generoso, responsável e tenha a mente aberta.
Às vezes, a pessoa não é ninguém na vida. Não tem dinheiro, nem sucesso, nem beleza, mas tem boas intenções e um bom coração. Deveríamos prestar mais atenção a pessoas assim.
De onde é que lhe vêm esses valores? Celine diz que tem certeza de que isso se deve à sua criação numa família sem dinheiro. Embora seus pais só tivessem o bastante para colocar comida na mesa, a porta estava sempre aberta para quem batesse.
Os quatorze filhos foram educados na base do amor. Eles me deram segurança, diz a cantora. O que quer que aconteça, quando temos essa base de amor, essa certeza de poder contar com pais e irmãos,sabemos que sempre existe alguém para nos apoiar. Com uma família grande, sei que vou ter muita gente por perto. Minha maior riqueza é a família, as pessoas que me cercam, o amor e o apoio que me dão.
A voz, continua ela, é só algo mais. Se ela não tivesse voz para cantar e fazer sucesso, seria feliz sendo mãe ou trabalhando numa loja. Sua verdadeira felicidade, confessa, são suas raízes e seus valores.
E, conclui, falando a respeito da família: Se Deus quiser, ficaremos juntos o maior tempo possível. Somos afortunados por viver cada dia. Devemos agradecer e dar valor ao que temos. Quando a morte nos vier separar, acharemos força para enfrentá-la. Assim é a vida. Ela não nos foi dada, mas emprestada.
* * *
Os mensageiros espirituais nos ensinam que os Espíritos dos pais exercem grande influência sobre os Espíritos dos seus filhos.
Eles têm por missão desenvolver esses Espíritos pela educação, pois que têm que contribuir para o progresso deles.
Também nos ensinam que os anos primeiros da infância são de grande importância pois se constituem na base para a nova vida que iniciam.
Por isso, a família é tão importante. Nada substituirá, no mundo, o carinho, os cuidados e os valores que os pais transmitem aos seus filhos.
Valores que transcendem o tempo, o espaço, a vida terrena, pois transmigram de uma para outra etapa reencarnatória, como herança pessoal inalienável.
Fontes:
http://www.momento.com.br/Texto
O verdadeiro Poder
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Era uma vez um jovem guerreiro famoso por sua invencibilidade.
Era um homem cruel e, por isso, temido por todos.
Quando se aproximava de uma aldeia, os moradores abandonavam suas casas, e fugiam para as montanhas, porque sabiam que ele não poupava nada, nem ninguém.
Certo dia, ele e seu exército aproximaram-se de uma aldeia na qual vivia um sábio ancião.
Todos os habitantes fugiram assustados, menos ele.
O guerreiro entrou na vila e, como de costume, incendiou casas e matou os animais que encontrou.
Logo chegou à casa do sábio, que permanecia em pé ao lado da porta de entrada, serenamente.
Quando eles se encontraram, o guerreiro impiedoso disse-lhe que seus dias haviam chegado ao fim, mas que, no entanto, iria lhe conceder um último desejo antes de passá-lo pelo fio de sua espada.
O velhinho, sem alterar o seu semblante, disse-lhe que precisava que o guerreiro fosse até o bosque e que ali cortasse um galho de árvore.
O jovem achou aquilo uma grande besteira, mas decidiu atendê-lo, entre gargalhadas e deboches.
Foi até o bosque e com um único golpe de espada cortou um galho de árvore.
“Muito bem.” – disse o ancião, quando o guerreiro voltou – “quero saber agora se o senhor é capaz de recolocar este galho na árvore da qual o arrancou.”
O jovem guerreiro entre gargalhadas, chamou-o de louco, respondendo-lhe que todos sabiam que era impossível colocar o galho cortado na árvore outra vez.
O ancião sorriu e lhe disse: “louco é o senhor, que pensa ter poder só porque destrói as coisas e mata as pessoas que encontra pela frente. Quem só sabe destruir e matar não tem poder. Poder tem aquele que sabe juntar, que sabe unir o que foi separado, que faz reviver o que parece morto. Poder tem aquele que produz, que cria, que mantém. Essa pessoa, sim, tem o verdadeiro poder.”
Muitos são os que acreditam deter o poder porque atemorizam os demais, ou porque conseguem destruir o que encontram pela frente.
Acreditam-se poderosos porque são capazes de derrubar pessoas, destruir grandes obras e silenciar vozes.
Mas isso é um grande engano.
O verdadeiro poder não reside em arrasar existências e fazer cair por terra o trabalho dos outros.
Não se prova ter poder por meio da força bruta ou através de gritos e ameaças.
Isso demonstra, tão somente, grave desequilíbrio.
Desfazer o que outros produziram ou tentar abalar edificações morais, tão duramente estabelecidas, em nada auxiliarão o nosso próprio desenvolvimento.
Tantos são os que agem assim, crendo-se poderosos, iludindo-se e distribuindo dores ao longo de suas pegadas.
Por outro lado, tão poucos ainda são capazes de edificar, de construir, ou, ainda, de reerguer o que foi destruído.
Tão poucos se dispõem a persistir, a resistir diante dos vendavais das dificuldades. Estes, sim, possuem um poder realmente significativo.
Pense nisso!
Há muito a ser reconstruído.
Há muito mais, ainda, a ser feito.
Tantos caminhos aguardam para serem trilhados.
Há tantas tarefas a serem concluídas.
Há pontes de compreensão a serem construídas para superar os despenhadeiros da intolerância.
Há abrigos de solidariedade e de consolo a serem edificados para refugiar aqueles que sofrem.
O poder verdadeiro é o daquele que cria, que mantém, que reconstrói, não apenas um dia, mas todo momento, por toda uma vida.
Pense nisso!
Fontes:
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Que eu seja para o meu próximo...
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
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