Novos Tempos

sábado, 8 de outubro de 2011


É tempo de agradecer as infinitas bênçãos recebidas e perceber o milagre da renovação acontecendo em nossas vidas, a cada ciclo que se fecha, para outro que se abre simultaneamente.

É tempo de soltar todas as lembranças ruins, de uma época pautada por ásperas lutas, testes e provas, as quais superamos com êxito, amparados tão somente na nossa fé, constância e determinação.

É tempo de enaltecer os que chegaram somando forças aos nossos ideais e mesmo aqueles que chegaram para miná-los ou comprometê-los,
pois estes foram também nossos mestres indiretos e, sem que percebessem, cumpriram importante papel, treinando a nossa humildade, nossa capacidade de discernir, compreender, silenciar e relevar.

É tempo de abrir os braços para o futuro e vislumbrar uma longa avenida ensolarada, como justa recompensa por todas as sementes de legítimo amor que fomos lançando ao longo da jornada, ainda que muitas vezes, em áridos torrões.

É tempo de reconhecer que o mundo lá fora não mudou, mas que grandes e significativas mudanças ocorreram dentro de nós mesmos, deixando-nos mais habilitados e fortalecidos para lidar com os pequenos ou grandes revezes da vida.

É tempo de pedir perdão à Vida, pelas vezes que não soubemos compreender as suas Leis exatas e perfeitas.
De perdoarmos a nós mesmos e pedirmos perdão a todos aqueles que ferimos por ignorância ou pelos ditames do egoísmo e da imaturidade, decorrentes da insignificância do nosso grau evolutivo.

É tempo de crer ainda mais profundamente no amor - o verdadeiro amor - aquele que redime, liberta, que tudo oferece dadivosamente, sem esperar qualquer benesse ou imediata recompensa.

É tempo enfim, de dobrarmos os joelhos em sincera oração, num ato de total abandono e confiança no Deus da nossa compreensão, que conhece os nossos desígnios, que sonda nossos corações, guia nossos passos e por fim, conduz a nossa embarcação ao seu verdadeiro e definitivo destino.

Fátima Irene Pinto

Fontes:
belostextos.com.br/Texto
noboteco.wordpress.com/Imagem

Coragem

sexta-feira, 7 de outubro de 2011


A prova da existência de Deus é inexorável. Ele está em todos os lugares e em cada manifestação da natureza. Ele se faz presente, imponente em suas perfeições que nos embelezam as vistas coroando-nos toda a face em júbilo eterno para com ele. O que necessitamos, porém, é reconhecer tal presença, embora firme não se reflete em nossos atos diários que poderiam ser outros se nos acreditássemos de fato. Tal imponência como garantia de mudanças que poderíamos efetivar em nossas vidas porque falta-nos a coragem da mudança do interior? Por que ainda negamos a nossa estirpe divina? Por que ainda menosprezamos as nossas inúmeras capacidades espirituais? O homem vive atordoado porque quer, pois o que já foi anunciado por Deus através de Seus diversos missionários, daria enorme tranquilidade a todos nós, se acreditássemos de verdade.

Que Ele nos forteleça.

GESTOS QUE SALVAM VIDAS

quinta-feira, 6 de outubro de 2011


A chuva caía fina e gélida na tarde quieta. Longe, na estrada,
um carro parou. Era pequeno e meio velho.
Um rapaz saltou, levantou o capô e se pôs a mexer em tudo que viu.
O fazendeiro, de onde estava, pensou: "coitado. Pelo jeito, não
entende de mecânica."
Vestiu sua capa de chuva e caminhou até a estrada. O jovem
estava muito nervoso, mexia no carro, voltava, tentava dar a partida,
passava as mãos pelos cabelos.
"Quer ajuda?"
O rapaz parecia preste a chorar.
"É a bobina." - diagnosticou o fazendeiro, depois de uma boa olhada.
Buscou seu cavalo, rebocou o carro até o seu celeiro e com seu
próprio carro, foi à cidade comprar uma bobina nova.
Estranhou que, ao chegar à loja, o rapaz não quisesse entrar.
Deu-lhe o dinheiro necessário e disse que tinha vergonha, por estar
molhado.
Algum tempo depois com o carro funcionando, pronto para partir,
a esposa do fazendeiro insiste para que fique para o jantar.
Não era hábito convidar estranhos para adentrar a casa.
Contudo, aquele rapaz parecia aflito, meio perdido. Poderia, talvez ser seu filho.
Ele quase não comeu. Continuava preocupado, ansioso. A chuva se fez mais forte. 
O casal preparou o quarto de hóspedes e pediu que ficasse.
Na manhã seguinte, suas roupas estavam secas e passadas. Ele se
mostrava menos inquieto. Alimentou-se bem e despediu-se.
Quando pegou a estrada, aconteceu uma coisa estranha. Ele tomou
a direção oposta da que seguia na noite anterior. Isto é, voltou para a capital.
O casal concluiu que ele se confundira na estrada.
O tempo passou. Os dias se transformaram em semanas, meses e
anos. Então, chegou uma carta endereçada ao fazendeiro: "Sr. Mcdonald,
Não imagino que o senhor se lembre do jovem a quem ajudou, anos
atrás, quando o carro dele quebrou.
Imagine que, naquela noite, eu estava fugindo. Eu tinha no carro
uma grande soma de dinheiro que roubara de meu patrão.
Sabia que tinha cometido um erro terrível, esquecendo os bons
ensinamentos de meus pais.
Mas o senhor e sua mulher foram muito bons para mim. Naquela
noite, em sua casa, comecei a ver como estava errado.
Antes de amanhecer, tomei uma decisão. No dia seguinte, voltei
ao meu emprego e confessei o que fizera.
Devolvi todo o dinheiro ao meu patrão e lhe implorei perdão.
Ele podia ter me mandado para a prisão. Mas, por ser um homem
bom, me devolveu o emprego. Nunca mais me desviei do bom caminho.
Estou casado. Tenho uma esposa adorável e duas lindas crianças.
Trabalhei bastante.
Não sou rico, mas estou numa boa situação.
Poderia lhe recompensar generosamente pelo que o senhor fez por
mim naquela noite. Mas não acredito que o senhor queira isso.
Então resolvi criar um fundo para ajudar outras pessoas que
cometeram o mesmo erro que eu. Desta forma, acredito poder pagar pelo meu erro.
Que Deus o abençoe, senhor, e a sua bondosa esposa, que me
ajudou ainda mais do que o senhor sabia."
Enquanto o casal lia, os olhos se encheram de lágrimas.
Quando acabaram, a esposa colocou a carta sobre a mesa e citou versículos do
capítulo 25 do Evangelho de Mateus: "Era peregrino, e me recolheste. Tive fome e me destes de comer. Tive sede e me destes de beber.
Estava nu, e me vestistes. Estava enfermo e me visitastes.
Estava no cárcere e me fostes ver.
Em verdade, todas as vezes que fizestes isto a um destes meus
irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes."

Fontes:

Definição da Sabedoria

quarta-feira, 5 de outubro de 2011



Um dos maiores benefícios da sabedoria é o discernimento preciso, a habilidade que se aprende de discernir de imediato o certo do errado, o bom do mal, o aceitável do inaceitável. O tempo bem empregado do tempo desperdiçado. A decisão correta da decisão errada. E muitas vezes é uma simples questão de se ter a perspectva correta. Uma definição da sabedoria é a habilidade de ver no futuro as consequencias de suas escolhas no presente. Essa habilidade pode dar uma perspectiva completamente diferente de como poderia ser o futuro. No entanto, é preciso ser uma pessoa realmente sábia para discernir aquela linhazinha tênue entre o bom e o melhor, de ter perspectiva que te permite ver claramete as consequências de suas escolhas a longo prazo. O que você precisa fazer para mostrar as pessoas que ainda se preocupam com ela?

Que Tal Você Ousar fazer?

terça-feira, 4 de outubro de 2011


O passo a mais que, longe, muito longe,
damos a cada caminhada é o que nos coloca
mais próximos de tudo o que ainda podemos ser.

A tentativa além,
um pouco mais além,
de todas as que já fizemos
é a que mais claramente revela do que somos capazes
e até onde poderemos chegar.

Quantos de nós nos entregamos antes mesmo de tentar.

Pela simples dificuldade de perceber
que é possível ultrapassar o limite do círculo que em torno de nós
e ao longo da vida traçamos.

Quantas vezes estivemos na iminência de girar a maçaneta da porta que nos levaria
da escuridão à claridade e não o fizemos,
simplesmente por não aceitar o impulso livre,
soberano e intuitivo que conduzia nossas mãos a girar.

Por não crer na liberdade,
nos impulsos da alma e na própria intuição.

Quantas vezes hoje você ouviu seu coração?

Sem temer,
sem limitar,
sem pré-conceber,
sem pré-julgar,
sem se prender,
deixando-se levar pelo prazer de descobrir,
correr riscos e realizar.

Pobre de quem põe a nuvem do medo diante dos olhos.

Que prefere fugir a se dar o direito de praticar o sonho.

Tem aquele que, sem saber que era impossível,
foi lá e fez

Esta é sua vez.

O verdadeiro poder é de quem ousa.

Ouse fazer

Fontes:
cidadefmjuara.com.br/Imagem

A árvore e o amigo...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011


Uma árvore não fica de costas para ninguém.
Dê a volta em torno dela.
A árvore estará sempre de frente para você.
Os verdadeiros Amigos, também.

Dizem os chineses:
"Árvore plantada com amor nenhum vento derruba."
Uma verdadeira Amizade, também.

Quem planta árvores, cria raízes.
Quem cultiva bons Amigos, também.

As árvores, como os Amigos, produzem beleza para os olhos e os ouvidos, na mudança sutil de suas cores, com o passar das estações, no ondular de suas folhas ao vento e sombra, sempre!
Sombra protetora como a dos amigos; sombra que varia com o dia, que avança e faz variados rendados de luz, semelhantes aqueles, de estrelas.

As árvores são sinônimo de Eternidade.
Uma Verdadeira Amizade é PARA SEMPRE!

Desconheço a autoria

Fontes:
sites.google.com/belostextos
codignolle.blogspot.com/Imagem

Aprendi...

domingo, 2 de outubro de 2011


Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram.

Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.

Aprendi que saber ganhar a vida não é a mesma coisa que saber vivê-la.

Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.

Aprendi que viver não é só receber, é também dar.

Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho, procurando fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.

Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.

Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.

Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém.

As pessoas gostam de um toque humano - segurar na mão, receber um abraço afetuoso ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.

Aprendi que ainda tenho muito que aprender.

As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez... Mas nunca esquecerão de como você as tratou.

Fontes:
telemensagemparavoce.com/Imagem

Cálice de Pérolas

sábado, 1 de outubro de 2011



Era uma vez... As histórias maravilhosas começam assim. Não importa o tamanho delas. Se começam por era uma vez, são sempre maravilhosas.

Pois era uma vez um homem. Um homem pobre que de precioso só tinha um cálice.

Nele, ele bebia a água do riacho que passava próximo à sua casa. Nele, bebia leite, quando o conseguia, em troca de algum trabalho.

Era pobre, mas feliz. Feliz com sua esposa, que o amava. Feliz em sua pequena casa, que o sol abraçava nos dias quentes, tornando-a semelhante a um forno.

Feliz com a árvore nos fundos do terreno, onde escapava da canícula.

Saía pelas manhãs em busca de algum trabalho que lhe garantisse o alimento a ele e à esposa, a cada dia.

Assim transcorria a vida, em calma e felicidade. Nas tardes mornas, quando retornava ao lar, era sempre recebido com muita alegria.

Era um homem feliz. Trazia o coração em paz, sem maiores vôos de ambição.

Então, um dia... Sempre há um dia em que as coisas acontecem e mudam o rumo da História.

Pois, nesse dia, nem ele mesmo sabendo o porquê, uma lágrima caiu de seus olhos, dentro do cálice.

De imediato, o homem ouviu um pequeno ruído, como de algo sólido, que bateu no fundo do recipiente.

Olhou e recolheu entre os dedos uma pérola. Sua lágrima se transformara em uma pérola.

Então, o homem pensou que poderia ficar muito rico se chorasse bastante.

Como não tinha motivos para chorar, ele começou a criá-los. Precisava se tornar uma pessoa triste, chorosa, para enriquecer.

Com o dinheiro da venda das pérolas pensava comprar lindas roupas para sua esposa, uma casa mais confortável, propriedades, um carro.

E assim foi. Ele começou a buscar motivos para ficar triste e para chorar muito.

Conseguiu muitas riquezas. Ele poderia tornar a ser feliz. No entanto, desejava mais.

As pequenas coisas que antes lhe ofertavam alegrias, agora, de nada valiam.

Que lhe importava o raio de sol para se aquecer no inverno? Com dinheiro, ele mandou colocar calefação interna em toda sua residência.

Por que aguardar os ventos generosos para arrefecer o calor nos dias de verão? Com dinheiro, ele pediu para ser instalado ar condicionado em toda a sua casa.

E no carro, e no escritório que adquiriu para gerir os negócios que o dinheiro gerara.

E a tristeza sempre precisava ser maior. Do tamanho da ambição que o dominava.

Nunca era o bastante. Os afagos da esposa, no final do dia e nos amanheceres de luz deixaram de ser imprescindíveis.

Ele não podia perder tempo. Precisava chorar. Precisava descobrir fórmulas de ficar mais triste e derramar mais lágrimas.

Finalmente, quando o homem se deu conta, estava sem esposa, sem amigos. Só... Com seu dinheiro, toda sua imensa fortuna.

Chorando agora, estava tão desolado, que nem mais se importava em despejar o dique das lágrimas no cálice.

A depressão tomara conta dele e nada mais tinha significado.

A história parece um conto de fadas. Mas nos leva a nos perguntarmos quantas vezes desprezamos os tesouros que temos, indo à cata de riquezas efêmeras.

Pensemos nisso e não desperdicemos os valores verdadeiros de que dispomos. Nem pensemos em trocá-los por posses exageradas.

A tudo confiramos o devido valor, jamais perdendo nossa alegria.

Haveres conquistados à troca de infelicidade somente geram infelicidade.
Autor Desconhecido