A Pedra no Caminho

quarta-feira, 31 de julho de 2013


Conta-se que um rei que viveu num país além-mar, há muito tempo atrás, era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo.

Freqüentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.

Nada de bom pode vir a uma nação - dizia ele - cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas.

Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.

Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio.

Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.

Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina.

Quem já viu tamanho descuido?

Disse ele contrariado, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra. 

Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada?

E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.

Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada.

A longa pluma de seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia da sua cintura.

Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento.

Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado aquela pedra imensa na estrada.

Então, ele também se afastou sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.

E assim correu o dia... Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra no meio da estrada, mas ninguém a tocava.

Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho, mas disse a si mesma: Já está escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra e se ferir gravemente.

Vou tirá-la do caminho. E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar.

Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa.

Havia na tampa os seguintes dizeres: "esta caixa pertence a quem retirar a pedra". Ela a abriu e descobriu que estava cheia de ouro.

O rei então apareceu e disse com carinho: Minha filha, com freqüência encontramos obstáculos e fardos no caminho.

Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles, se assim preferimos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam.

A decepção, normalmente, é o preço da preguiça.

Então, o sábio rei montou em seu cavalo e, com um delicado boa noite, retirou-se.

Fontes:
www.catequisar.com.br/Texte/Imagem

OS QUATRO GIGANTES DA ALMA

terça-feira, 30 de julho de 2013


Dizem que há na alma dos seres humanos quatro gigantes que acompanham sua evolução. Três destes colocam obstáculos, e apenas um abre as portas e ilumina o caminho.

Os três gigantes criadores de problemas chamam-se: MEDO, IRA, DEVER .

MEDO é um gigante enraizado profundamente, que se alimenta da necessidade de preservar a vida ante o perigo, mas, quando se alia com a imaginação e cria neuroses são capazes de paralisar completamente a vida de uma pessoa. (saiba dominar)

IRA é um gigante destrutivo, que se alimenta da reação normal de uma pessoa ante o MEDO, mas por ser normalmente abafado e recalcado acaba criando o ódio, que é uma raiva em conserva, podendo consumir uma pessoa por dentro até matá-la. (saiba canalizar)

DEVER é um gigante que entulha o caminho das pessoas com muitas obrigações, podendo esmagá-los com uma avalanche de "TEM QUE", produzindo tédio e imobilidade, ou indo diametralmente para o fazer externo somente à outrem. (saiba ponderar)

Quem pode abrir todas as portas é o gigante "AMOR", mas raramente alguém o utiliza, porque amor não é algo que acontece do dia para a noite, mas uma dimensão que resulta do esforço para abrir o coração e entregar ao mundo o que haja de melhor na alma de quem assim se atreva a viver. (saiba se elevar)

Desejo que a cada amanhecer você tenha sempre o atrevimento não apenas de viver mais um dia, e sim de viver feliz o seu dia, fazendo dele um dia cheio de dignidade, como somente as pessoas especiais sabem fazer... . (saiba discernir)

Autor Desconhecido

Fontes:
templodeyris.com.br/Texto/Imagem

SABEDORIA INDÍGENA

segunda-feira, 29 de julho de 2013



"Diz a sabedoria indígena que quando não cumprimos o que prometemos, o fio de nossa ação que deveria estar concluída e amarrada em algum lugar fica solto ao nosso lado. Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem que caminhemos livremente...ficamos amarrados às nossas próprias palavras.

Por isso os nativos tem o costume de "por-as-palavras-a-andar" que significa agir de acordo com o que se fala; isso conduz à integridade entre o pensar, o sentir e o agir no mundo e nos conduz ao Caminho da Beleza onde há harmonia e prosperidade naturais."

"Saber, e não fazer, ainda não é saber"

Lao Tsé

Fontes:
http://templodeyris.com.br/Texto/Imagem

Self-service de valores

sexta-feira, 26 de julho de 2013



A vida é uma grandiosa festa, um verdadeiro banquete de valores e dádivas, onde os convidados podem se servir à vontade. O primeiro passo é educar para selecionar bem os verdadeiros pratos, aqueles que lhe darão saúde física e espiritual.
Sucesso: Vá devagar. O excesso pode estofar o peito!
Felicidade: Faz a reposição hormonal do bem estar.
Casamento: Mastigar bem é recomendável para evitar a indigestão.
Convivência: Tem muita pimenta. É saboroso. Cuidado com os excessos.
Amor: Alimento integral. Sirva-se à vontade. Leve as sementes para casa.
Carinho: Não coma em prato fundo. Quando transborda incomoda aos outros.
Alegria: Ofereça sempre um pouco ao seu vizinho.
Solidariedade: É massa. Coma na hora, se guardar endurece.
Compaixão: É um vegetal, fortifica e dele se aproveita tudo.
Amizade: Salpique bastante afeto, tempere com muita compreensão. Fria, perde o sabor.
Riqueza: Encha o prato, coma devagar. Nunca deixe de repartir com o próximo.
Sonho: É excitante. Excelente para perfumar a realidade.
Paz: É um suco que se deve compartilhar, diariamente. Use o adoçante natural do querer.
Fé: Não pode faltar! Faça sua encomenda diretamente à central divina.
Gratidão: Nunca ponha para congelar. É um prato que se come na hora, quente.
Esperança: Nunca perde o prazo de validade. Coma à vontade.
Oração: Não é comestível. Perfuma com sua essência a comunhão com Deus.

Ivone Boechat

A Decisão

quinta-feira, 25 de julho de 2013


Charles Chaplin não foi somente um grande comediante, criativo, que nos legou peças raras do cinema.

Soube legar mensagens de piedade, de compaixão, mesmo numa época em que o cinema ainda era mudo.

Servindo-se da possibilidade que detinha, criou o personagem "Carlitos", doce, ingênuo e trapalhão, tudo ao mesmo tempo.

Contudo, com um detalhe indiscutível: uma imensa capacidade de amar.

Sabendo tecer críticas sem se tornar agressivo, Charles Chaplin legou ao mundo um acervo considerável de peças cinematográficas, até hoje vistas e revistas.

Mas, não somente fez cinema. Como ser humano, desde cedo, sofreu muito, vivenciando na infância a dor da orfandade paterna e a doença mental de sua mãe.

Triunfando, apesar de todas as adversidades, ele escreveu belas páginas, e uma delas fala exatamente em como superar os obstáculos da vida. Chama-se: a decisão, e diz assim:

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer, antes que o relógio marque meia-noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje."

Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.

Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria, ou posso ser grato por ter nascido.

Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.

Posso sentir tédio com as tarefas da casa ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.

Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.

E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende de mim.

***

Você já parou para pensar em como pode decidir pela sua felicidade ou infelicidade, a cada dia?

Já se deu conta de que tudo depende da forma como você encara o que acontece?

Há tantos momentos na sua vida, que você desperdiça, e passa na inutilidade ou na reclamação.

Momentos que podem se transformar em aflições ou em alegrias.

Num momento você pode resolver vencer ou se entregar à derrota; libertar-se das velhas fórmulas de queixas ou prosseguir acabrunhado e triste.

Lembre-se: a cada segundo você pode decidir o momento seguinte. Por isso, resolva-se pela escolha da melhor parte, porque este é o seu momento de decisão.

Fontes:
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Aproveite Cada Minuto

terça-feira, 23 de julho de 2013


Nunca diga que algo é impossível...

As coisas são no máximo improváveis . Mas nunca impossíveis!

Nunca desista antes de tentar.

Tentar e errar, é ao menos aprender.

Enquanto que nem mesmo tentar é desperdício.

Não desperdice nenhuma chance de sua vida. Seja humilde E fiel sempre ....

Devemos "correr" atrás de nossos sonhos; Porque sem eles não chegamos a lugar nenhum.
Temos que ir atrás do que desejamos.

A vida é bela e as esperanças nunca devem acabar.

Assim como não deve acabar o amor que existe dentro de nós.

Saiba sobreviver às tristezas.

Saiba se erguer após cada queda.

E saiba amar sem medo.. Pois o medo não nos traz nada Apenas leva!!

Aproveite cada momento; Cada segundo do seu viver!

Não tenha ódio por ninguém.

Mesmo que desejem e façam o pior pra você!

"No fim, o que conta é a maneira como encaramos os desafios e os obstáculos da vida e como cuidamos dela"

Fontes:
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O encontro entre Deus e um Anjo

sábado, 20 de julho de 2013


Muito tempo atrás, depois de o mundo ser criado e da vida completá-lo, houve um dia, numa tarde de céu azul e calor ameno, um encontro entre Deus e um de seus incontestáveis anjos.

Acredita? Deus estava sentado, calado, sob a sombra de um pé de jabuticaba. Lentamente, sem pecado, erguia suas mãos e então colhia uma ou outra fruta. Saboreava sua criação divina, adocicada. Fechava os olhos e pensava, permitia-se um sorriso piedoso. Mantinha seu olhar complacente.

Foi então que das nuvens um de seus muitos arcanjos desceu e veio em sua direçãoVocê já ouviu a voz de um anjo? É como o sussurro da brisa. Ele tinha asas lindas, brancas, imaculadas. Ajoelhou-se aos pés de Deus e disse:

- Senhor, visitei a sua criação como pediu. Fui a todos os cantos, estive no sul, no norte, no leste e oeste. Vi e fiz parte de todas as coisas. Observei cada uma de suas criaturas humanas. E por ter visto isto, vim até o senhor para tentar entender: por quê? Por quê cada uma das pessoas sobre a terra tem apenas uma asa? Nós anjos, temos duas. Podemos ir até o amor que o senhor representa sempre que desejarmos. Podemos voar para a liberdade sempre que quisermos. Mas o humano, com sua única asa, não pode voar, não pode voar com apenas uma asa.

Deus, na brandura do seu gesto, respondeu pacientemente ao anjo:

- Eu sei disso, sei que fiz os humanos dessa forma.

Intrigado com a consciência absoluta de Deus, o anjo queria entender e perguntou novamente:

- Mas por quê o senhor deu aos seres humanos apenas uma asa, quando são necessárias duas asas para poder se voar e para poder ser livre?

Conhecedor que era de todas as respostas, ele não teve pressa para falar, e disse:

- Eles podem voar sim, meu anjo. Dei aos humanos apenas uma asa para que eles pudessem voar mais e melhor do que eu ou vocês, meus arcanjos. Para voar, meu amigo, você precisa de suas duas asas, embora livre, sempre estará sozinho, talvez da mesma maneira que eu. Mas os humanos, eles com a sua única asa, precisarão sempre das as mãos para alguém a fim de terem as suas duas asas. Cada um deles, tem na verdade um par de asas, uma outra asa em algum lugar do mundo que completa o par. Assim, eles aprenderão a respeitarem-se, pois quebrando a única asa de outra pessoa, eles podem estar acabando com as suas próprias chances de voar. Sendo assim, meu anjo, eles aprenderão amar verdadeiramente outra pessoa. Aprenderão que somente permitindo-se amar, eles poderão voar. Tocando a mão de outra pessoa, em um abraço correto e afetuoso, eles poderão encontrar a asa que lhes faltam e finalmente poderão voar. Pois somente através do amor, chegarão até onde eu estou, assim, como você meu anjo, eles nunca, nunca estarão sozinhos quando forem voar...

Autor Desconhecido

Fontes:
www.palavrasdocoracao.com.br/Texto
www.reflexoesevangelicas.com.br/Imagem

O Sultão

sexta-feira, 19 de julho de 2013


Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o Sultão chamou um dos seus melhores videntes e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe restava viver. O vidente então lhe respondeu:
- Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos.

Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça! Desesperado, chamou um segundo vidente procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva e lhe fez a mesma pergunta:
- Quanto tempo viverei?

- Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos e chegará a geração dos seus netos.

Agradecido, o Sultão mandou recompensá-lo com ouro e prata. Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente:
- Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado e você recebeu recompensas. Por que?

O Vidente revelou com sabedoria:
- Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz.
Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.

Assim é conosco no dia-a-dia, devemos usar a sensibilidade para dizer as verdades que muitas vezes doem, mas, precisam ser ditas.

Desconheço Autor

Fontes:
somostodosum.ig.com.br/Texto
liceu-aristotelico.blogspot.com/Imagem