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A Mala de Hana

quarta-feira, 6 de agosto de 2014


Hana Brady, treze anos de idade, a dona desta mala.
Cinquenta e oito anos atrás, 18 de maio de 1942 -
dois dias depois de celebrar seu aniversário de onze anos -
ela foi levada para Terezin, na Tchecoslováquia.
23 de outubro de 1944, amassada num trem de carga,
ela foi apra Auschiwitz.
Ela foi levada à câmara de gás logo depois.
As pessoas só podiam levar uma mala cada uma.
Eu tento imaginar o que Hana levou na sua mala.
Hana teria oitenta e três anos hoje, mas
sua vida acabou quando tinha treze.
Eu imagino que tipo de garota ela era.
Alguns desenhos que ela fez em Terezin - isso é tudo
que ela deixou para nós.
O que esses desenhos nos dizem?
Memórias felizes de sua família?
Sonhos e esperanças para o futuro?
Porque ela foi morta?
Havia uma razão.
Ela nasceu judia.
Nome: Hana Brady. Data de Nascimento: 16 de maio de 1931. Órfã.

Karen Levine

fonte: http://www.elainecrespo.blogspot.com

Vocabulário da vida

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Adeus:
É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.

Amigo:
É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.

Amor ao próximo:
É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.

Caridade:
É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.

Ciúme:
É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.

Lágrima:
É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.

Mágoa:
É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar

Orgulho:
É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.

Perdão:
É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.

Pessimismo:
É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.

Paz:
É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.

Raiva:
É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.

Simplicidade:
É o comportamento de quem começa a ser sábio.

Saudade:
É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.

Solidão:
É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.

Ternura:
É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.

Sinceridade:
É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.

Fonte: blig.ig.com.br